CASO CLÍNICO

     ¤ Paciente de 61 anos, há 2 meses, relata ter sofrido acidente automobilistico, com TCE leve.

     ¤ Realizou TC de cranio sem anormalidades.

     ¤ Na primeira semana após o trauma evoluiu com olho vermelho, edema de conjuntiva. Foi ao oftalmologista sendo receitado colirio com antibiotico, sem melhora do quadro.

Após dois meses o quadro agravou-se, a orbita apresentava-se congelada – paresia dos nervos III, IV, VI, proptose, associado a perda visual progressiva.


     FÍSTULA DIREITA - TIPO A


     ARTERIOGRAFIA DIAGNOSTICA

     ¤ Incidencia em AP e Perfil da arteria carotida direita

     ¤ Presenca de blush em topografia de seio cavernoso.Veia oftalmica superior direita dilatada e com enchimento precoce, visualizacao do seio inter cavernoso com borramento do seio cavernoso contra lateral.

     ¤ Laudo – Fistula carotido cavernosa direta - tipo A, em topografia de arteria carotida direita, porcao cavernosa.


     CLASSIFICAÇÃO DESCRITA POR BARROW

     ¤ Direta ou Tipo A: A artéria carótida interna comunica-se diretamente com o seio cavernoso.

     ¤ Indireta Tipo B: A artéria carótida interna comunica-se com o seio cavernoso por ramos durais.

     ¤ Indireta Tipo C: A artéria carótida externa comunica-se com o seio cavernoso por ramos durais.

     ¤ Indireta Tipo D: A artéria carótida interna e externa comunica-se com o seio cavernoso por ramos durais.


     TRATAMENTO ENDOVASCULAR
     FÍSTULAS DIRETAS – POR LIBERACAO DE MICRO BALAO


     CONTROLE DE FINAL


     24 HORAS APÓS O TRATAMENTO